Cirurgia refrativa
Miopia, hipermetropia, presbiopia e astigmatismo com técnicas personalizadas.
Clínica de oftalmologia · Asa Sul, Brasília
Uma oftalmologia para quem espera mais: consultas sem pressa, especialistas experientes, tecnologia de precisão e um cuidado verdadeiramente individualizado em cada etapa.

Área de atuação
Miopia, hipermetropia, presbiopia e astigmatismo com técnicas personalizadas.
Implante de anel de Ferrara e adaptação de lentes de contato especiais.
Retinopatia diabética, DMRI, tromboses retinianas, miopia patológica, descolamento de retina e degeneração macular.
Diagnóstico e tratamento de doenças inflamatórias e infecciosas intraoculares.
Indicação correta, com implante de lente intraocular mais adequado para cada paciente.
Diagnóstico, tratamento e acompanhamento.
Consultas de rotina, avaliação de grau e adaptação de lentes de contato.
Cuidado e atenção personalizados para crianças e adolescentes.
Blefaroplastia, calázio, correção de ptose, entrópio, ectrópio e outras alterações palpebrais.
Especialistas

Cirurgia refrativa e ceratocone
CRM DF 18876 · RQE 10472
Membro ISRS · Criador do M-FOCUS™
Mais de 8.000 cirurgias realizadas. Especialista em cirurgia refrativa, com atuação voltada para casos de miopia, astigmatismo, hipermetropia, presbiopia, córneas finas e altos graus. Acredito que nenhuma cirurgia deve seguir um protocolo padrão — cada indicação precisa respeitar as características e os objetivos de cada paciente.
"Cirurgia refrativa não é padrão. É decisão clínica e bom senso."
Formação

Retina e uveítes
CRM 18871 · RQE 12.391
Mais de 15 anos de atuação em retina e uveítes em Brasília, com abordagem das principais doenças da retina e casos de alta complexidade.
"Experiência para cuidar dos casos mais complexos. Atenção para cuidar de cada paciente."
Formação
Depoimentos
"Fui à Brasília somente para realizar a cirurgia na clínica e foi a melhor decisão que tomei. O atendimento é impecável, e a atenção minuciosa começa desde o primeiro contato com a recepção."
"A clínica me proporcionou uma experiência de cuidado integral, senti um preparo de toda a equipe para me receber e saber mais das minhas particularidades."
"Eu daria 10 estrelas se fosse possível. O atendimento é excelente desde o agendamento com a Bruna até a consulta com a doutora Vanessa."
"A doutora Vanessa é uma profissional incrível. Nos passou muita segurança ao nos entregar informações de forma clara e fácil de entender, além de ser respeitosa e empática."
"Realizei uma primeira consulta e todos os exames. O segundo atendimento já foi para realizar a cirurgia! Durou 16 minutos, sem nenhum desconforto e já saí sem óculos!"
"Clínica linda e aconchegante com atendimento humanizado e respeito aos horários agendados. Realizei a cirurgia refrativa com o Dr. Marcelo e foi a melhor coisa que fiz na minha vida."

Sobre nosso atendimento
Da primeira mensagem à revisão pós-operatória, cada etapa é cuidada por uma equipe pequena e presente. Agendamento simples, pontualidade genuína e consulta sem cronômetro — para que a decisão sobre a sua visão seja tomada com clareza e confiança.
Perguntas frequentes
Uma avaliação completa — com exames de topografia, paquimetria e mapeamento — determina a indicação. Cada olho é analisado individualmente antes de qualquer decisão.
Não. O procedimento é feito com colírio anestésico e dura, em média, entre 10 e 20 minutos. A maior parte dos pacientes relata apenas um leve desconforto nas primeiras horas.
A visão começa a melhorar já nas primeiras 24 horas. A rotina normal costuma ser retomada em poucos dias, com cuidados específicos por algumas semanas.
Sim, em muitos casos. Existem técnicas específicas — como PRK e lentes fácicas — indicadas justamente para córneas mais finas ou altos graus.
Em geral, entre 3 e 7 dias após a cirurgia, quando a visão já está estabilizada e confortável. O Dr. Marcelo confirma o momento ideal na sua revisão.
A correção é estável na grande maioria dos casos. Pequenas variações podem ocorrer com o tempo, especialmente pela evolução natural da visão após os 40 anos.
Quando o diabetes fica mal controlado por mais de 5 anos, pode surgir uma doença na retina: a retinopatia diabética. Por isso, quem tem diabetes deve consultar o oftalmologista especialista em retina pelo menos uma vez por ano para o exame de fundo de olho. Se houver retinopatia, o tratamento é definido pelo estágio da doença: acompanhamento, injeções intraoculares, fotocoagulação a laser e/ou cirurgia.
Drusas são depósitos de pigmentos na retina. Quando atingem a mácula (região central da visão), podem sinalizar a DMRI — principal causa de perda visual após os 50 anos. Na forma seca, a evolução é lenta, com dificuldade para ler e reconhecer rostos, e polivitamínicos específicos podem ser prescritos. Na forma exsudativa, vasos anormais crescem sob a retina e a perda pode ser rápida, sendo indicadas injeções intraoculares. O especialista em retina classifica o caso e define tratar ou acompanhar.
Uveítes são inflamações intraoculares, que podem ter causa reumatológica, infecciosa ou ser idiopáticas. Os principais sintomas são dor, olho vermelho e intolerância à luz, e o tratamento depende da causa e da gravidade (colírios, medicações orais ou injetáveis). Doenças reumatológicas como artrite reumatoide, lúpus, espondilite anquilosante, Behçet, Sjögren e sarcoidose podem causar olho seco severo, esclerites, uveítes e vasculites retinianas — nesses casos, o acompanhamento com especialista em uveítes é essencial.
Pessoas com miopia acima de 6 graus devem fazer mapeamento de retina anualmente. A alta miopia aumenta o risco de doenças retinianas, principalmente o descolamento de retina. Flashes de luz, baixa de visão e aumento de moscas volantes são sinais de alarme.
São hoje um dos principais tratamentos para doenças da retina, indicadas em casos de edema macular diabético, DMRI exsudativa, tromboses retinianas e retinopatia diabética. O procedimento é rápido, feito com anestesia local e agulha finíssima, com pouco desconforto. O número de aplicações varia conforme o caso — em geral, protocolos iniciais de pelo menos 3 injeções com intervalo mensal, com medicações antiangiogênicas (anti-VEGF).
São manchas que flutuam no campo de visão, percebidas como pontos ou fios escuros. A principal causa é o descolamento do vítreo posterior — processo natural em que o gel que preenche o olho se solta da retina, podendo ocorrer mais cedo em casos de miopia, trauma ou inflamação. As opacidades resultantes fazem sombra na retina e são vistas como 'sujeirinhas'.
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