Dr. Mayo Tavares, oftalmopediatra da Mirar Oftalmologia

Oftalmopediatra

Dr. Mayo Tavares

CRM 26080 · RQE 21071

Cuidado ocular leve, lúdico e respeitoso para crianças e pacientes com estrabismo.

Sobre mim

Sou médico oftalmologista apaixonado pelas crianças e pela possibilidade de ajudar pacientes estrábicos a recuperarem o alinhamento ocular.

Busco uma consulta leve, lúdica, com muito amor e respeito, para que a criança não se sinta traumatizada e tenha sempre vontade de voltar para brincar e manter as consultas de rotina. A paciência e a dedicação que levo comigo facilitam o atendimento de crianças que necessitam de cuidados especiais, tornando as consultas mais fluidas e divertidas.

Tenho ampla experiência com pacientes de todas as idades, da consulta de rotina do recém-nascido ao paciente adulto com visão dupla e estrabismo. Decidi concentrar meus esforços no atendimento de crianças e pacientes estrábicos para me dedicar exclusivamente às suas necessidades.

Sou acessível e estou à disposição para ser o seu oftalmologista.

Formação

  1. Medicina

    Universidade Federal de Sergipe, com graduação sanduíche na Universidade de Debrecen (Hungria)

  2. Residência em Oftalmologia

    Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal

  3. Fellowship em Estrabismo e Oftalmopediatria

    Hospital CEMA (São Paulo)

  4. Título de Especialista em Oftalmologia

    Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)

Cada fase da visão merece um cuidado específico

Oftalmologia Pediátrica

Os olhos de uma criança são diferentes dos olhos de um adulto. Por isso, as causas da deficiência visual na infância e as medidas de prevenção também precisam ser diferenciadas.

O sistema visual é imaturo ao nascer e se desenvolve principalmente nos primeiros anos de vida. Para que esse desenvolvimento aconteça de forma adequada, qualquer alteração precisa ser identificada e tratada precocemente. Por isso, as consultas de rotina fazem parte do cuidado com a saúde da criança, mesmo quando não há queixas.

AmbliopiaConhecida como "olho preguiçoso", é uma das principais causas de baixa visão na infância.Saiba mais

O que é

Ocorre quando a visão de um ou dos dois olhos não se desenvolve adequadamente durante a infância, mesmo sem uma lesão aparente no olho. Pode estar associada a estrabismo, diferença de grau entre os olhos ou obstáculos à passagem da luz, como a catarata.

Sinais de alerta

Muitas vezes não há sinais visíveis, pois a criança se adapta enxergando com o olho bom. Podem ocorrer desvio ocular, hábito de fechar ou cobrir um dos olhos e inclinação da cabeça para enxergar.

Como é feita a avaliação e o acompanhamento

O diagnóstico é feito no exame oftalmológico completo. O tratamento pode incluir óculos, oclusão (tampão) do olho de melhor visão e colírios específicos, conforme indicação médica. Quanto mais cedo for identificada, maiores as possibilidades de tratamento, pois o sistema visual ainda está em desenvolvimento.

EstrabismoDesalinhamento dos olhos, que pode acontecer em crianças e adultos.Saiba mais

O que é

Condição em que os olhos não ficam alinhados na mesma direção. Um dos olhos pode desviar para dentro, para fora, para cima ou para baixo, de forma constante ou intermitente.

Sinais de alerta

Olho "torto" percebido pela família ou em fotos, desvio que aparece com cansaço, inclinação ou giro da cabeça, fechamento de um olho no sol e, em adultos, visão dupla.

Como é feita a avaliação e o acompanhamento

A avaliação inclui exame de motilidade ocular, medida do desvio e exame de refração. Dependendo do caso, o tratamento pode envolver óculos, tratamento da ambliopia associada e, em algumas situações, cirurgia. É importante lembrar que o estrabismo não é "coisa da idade" e não deve ser deixado para depois.

Catarata congênitaOpacidade do cristalino presente ao nascimento ou nos primeiros meses de vida.Saiba mais

O que é

O cristalino é a lente natural do olho. Quando ele fica opaco, a luz não chega adequadamente à retina, o que pode comprometer o desenvolvimento da visão do bebê.

Sinais de alerta

Reflexo branco na pupila (percebido em fotos com flash ou no Teste do Olhinho), falta de fixação do olhar, movimentos involuntários dos olhos e desvio ocular.

Como é feita a avaliação e o acompanhamento

O Teste do Olhinho (reflexo vermelho) realizado na maternidade é fundamental para a suspeita inicial. A confirmação é feita pelo oftalmologista, que define a conduta, que pode incluir cirurgia e reabilitação visual. A avaliação precoce é essencial nesses casos.

Alergias ocularesCoceira, vermelhidão e lacrimejamento frequentes nos olhos.Saiba mais

O que é

Reação inflamatória da conjuntiva a alérgenos como poeira, ácaros, pólen e pelos de animais. É comum em crianças, principalmente nas que também têm rinite, asma ou dermatite.

Sinais de alerta

Coceira intensa, hábito de coçar ou esfregar os olhos, vermelhidão, lacrimejamento, secreção clara e sensibilidade à luz.

Como é feita a avaliação e o acompanhamento

O tratamento envolve orientações sobre o ambiente e colírios indicados pelo médico. O acompanhamento é importante porque coçar os olhos com frequência pode trazer complicações para a córnea. Evite o uso de colírios sem orientação médica.

Obstrução do canal lacrimalCausa comum de lacrimejamento e secreção nos olhos de bebês.Saiba mais

O que é

O canal lacrimal leva a lágrima do olho até o nariz. Em alguns bebês, esse canal ainda não está totalmente aberto ao nascimento, fazendo com que a lágrima se acumule.

Sinais de alerta

Olho sempre molhado ou lacrimejando, mesmo sem choro, secreção frequente, cílios grudados ao acordar e vermelhidão no canto interno do olho.

Como é feita a avaliação e o acompanhamento

Em muitos casos, a obstrução se resolve nos primeiros meses com orientações e massagem específica ensinada pelo médico. Quando persiste, o oftalmologista avalia a necessidade de procedimentos para desobstrução.

Desenvolvimento visualAcompanhamento da visão desde o nascimento.Saiba mais

O que é

A visão se desenvolve gradualmente: o recém-nascido enxerga pouco, e a capacidade visual amadurece ao longo da infância. Acompanhar essas etapas permite identificar alterações enquanto ainda há tempo para intervir.

Sinais de alerta

Bebê que não fixa o olhar ou não acompanha objetos e rostos, olhos que tremem, desvio ocular, criança que aproxima muito objetos ou telas, dificuldade escolar e tropeços frequentes.

Como é feita a avaliação e o acompanhamento

Recomenda-se o Teste do Olhinho na maternidade e consultas oftalmológicas periódicas na infância, conforme orientação do oftalmologista, mesmo que a criança não apresente queixas.

Inflamações palpebraisAlterações nas pálpebras, como blefarite, terçol e calázio.Saiba mais

O que é

Inflamações das bordas das pálpebras e das glândulas que existem nelas. São frequentes na infância e podem ser recorrentes.

Sinais de alerta

Pálpebras vermelhas ou inchadas, caspinhas nos cílios, caroço ou bolinha na pálpebra, ardência e sensação de areia nos olhos.

Como é feita a avaliação e o acompanhamento

O tratamento costuma envolver higiene palpebral, compressas e, quando necessário, medicações indicadas pelo médico. Casos recorrentes merecem investigação de fatores associados, como erros refrativos.

Erros refrativosMiopia, hipermetropia e astigmatismo.Saiba mais

O que é

Alterações no foco da imagem dentro do olho, que deixam a visão embaçada para longe, para perto ou em ambas as distâncias. Na infância, podem interferir no desenvolvimento visual, no aprendizado e nas atividades do dia a dia.

Sinais de alerta

Apertar os olhos para enxergar, aproximar-se da TV ou de telas, dor de cabeça, cansaço ao ler, desinteresse por atividades que exigem visão e queda no rendimento escolar.

Como é feita a avaliação e o acompanhamento

O diagnóstico é feito no exame de refração, muitas vezes com colírio para dilatar a pupila, o que permite medir o grau com precisão na criança. A correção geralmente é feita com óculos, e o grau deve ser reavaliado periodicamente, pois muda com o crescimento. A miopia infantil, em especial, merece acompanhamento próximo.

Quando levar ao oftalmopediatra

  • Reflexo branco na pupila em fotos
  • Olhos desalinhados ou "tortos"
  • Lacrimejamento ou secreção constantes
  • Bebê que não fixa o olhar
  • Hábito de apertar, coçar ou fechar um dos olhos
  • Aproximar-se muito de telas ou livros
  • Dificuldade escolar sem causa aparente

A visão do seu filho merece atenção desde cedo

Agende uma avaliação com o Dr. Mayo Tavares.

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As informações desta página têm caráter educativo e não substituem a consulta médica.